segunda-feira, 21 de junho de 2010

Obstrução das vias aéreas por corpo estranho -OVACE

É a obstrução súbita das vias aéreas das VA superiores causadas por corpo estranho. A OVACE em, adulto geralmente ocorre durante a ingestão de alimentos e, em criança durante a alimentação ou recreação (sugando objetos pequenos ).
* A obstrução das vias aéreas podem ser causada :
*pela língua:Sua queda ou relaxamento pode bloquear a faringe;
*pela epiglote:Inspirações sucessivas e forçadas podem provocar uma pressão negativa que forçará a epiglote para baixo fechando as VA;
*por corpos estranhos:Qualquer objeto, líquidos ou vômito,que venha se depositar na faringe;
*por danos aos tecidos :Perfurações no pescoço,esmagamento da face,inspiração de ar quente, venenos e outros danos severos na região e ;
*por patologias:Infecções respiratórias,reações alérgicas e certas condições crônicas (asma)podem provocas espasmos musculares que obstruem as VA.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O que fazer durante o Enfarte?

  • Providencie auxilio medico imediato.
  • Deixe o paciente em posiçao confortável, calmo, aquecido, e com roupas afrouxadas.
  • Se houver parada cardiorespiratória, aplique a ressucitação cardiopulmonar.











Bibliografia: Guia Prático de Primeiros Socorros Dpaschoal.

Enfarte




Enfarte agudo do miocárdio, popularmente conhecido como ataque cardíaco, é o processo de morte (necrose) de parte do músculo cardíaco por falta de aporte adequado de nutrientes e oxigénio.

O coração é um órgão responsável pelo bombeamento de sangue (com substâncias energéticas) para todo o organismo. Por se tratar de um músculo em contínua actividade, as suas exigências metabólicas também são elevadas. Devido a isto, qualquer patologia que interfira na sua nutrição afectará todo o balanço energético do organismo. As consequências são diversas, podendo desde pouco interferir no funcionamento normal do corpo até a morte súbita da pessoa.

É causado pela redução do fluxo sanguíneo coronário de magnitude e duração suficiente para não ser compensado pelas reservas orgânicas.

A causa habitual da morte celular é uma isquemia (deficiência de oxigénio) no músculo cardíaco, por oclusão de uma artéria coronária. A oclusão dá-se em geral pela formação de um coágulo sobre uma área previamentelimitada por aterosclerose.
O diagnóstico definitivo de um enfarte depende da demonstração da morte celular. Este diagnóstico é feito de maneira indirecta, por sintomas que a pessoa sente, por sinais de surgem em seu corpo, por alterações num eletrocardiograma e por alterações de certas substâncias (marcadores de lesão miocárdica) no sangue.

O tratamento procura diminuir o tamanho do enfarte e reduzir as complicações pós-enfarte. Envolve cuidados gerais como repouso, monitorização intensiva da evolução da doença, uso de medicações e procedimentos chamados invasivos, como angioplastia coronária e cirurgia cardíaca. O tratamento é diferente conforme a pessoa, já que áreas diferentes quando a localização e tamanho podem ser afectadas, e resposta de cada pessoa ao enfarte ser particular.

O prognóstico, ou seja, a previsão de evolução, será tanto mais favorável quanto menor a área de enfarte e mais precoce o seu tratamento.

Bibliografia: Guia prático Primeiros Socorros Dpaschoal.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Parada Cardiorespiratória


A parada cardiorespiratória ou PCR é a interrupção da circulação sanguínea que ocorre por consequência da interrupção súbita e inesperada dos batimentos cardíacos ou da presença de batimentos cardíacos ineficazes. Após uma PCR o indivíduo perde a consciência em cerca de 10 a 15 segundos devido à parada de circulação sanguínea cerebral.


Caso não haja retorno à circulação espontânea e o paciente não seja submetido a ressuscitação cardiopulmonar, a lesão cerebral começo ocorrer em cerca de 3 minutos e após 10 de ausência de circulação as chances de ressuscitação são proximas a zero.


A parada cardiorespiratória pode acontecer na presença de três ritmos cardíacos diferetes: Fibrilação Ventricular (caracterizado por um ritmo cardíaco rápido, irregular e ineficaz); Assistolia (ausência de ritmo cardíaco, interrupção da atividade elétrica do músculo cardíaco); Atividade elétrica sem pulso (presença de atividade elétrica no músculo cardíaco, não há circulação sanguínea e os batimentos cardíacos são ineficazes).


As causas da parada cardiorespiratória são varias, podendo ser resultado de: choque circulatório, choque séptico, trauma, doença cardiovascular, entre outras. Um infarto pode causar parada cardiovascular, ja que este pode prejudicar o músculo do coração impedindo-o de se contrair vigorosamente.


A pulsação do coração faz com que o sangue circule por todo o corpo. Quando o coração não funciona corretamente ou para, o sangue que conduz oxigênio e nutrientes não chega aos tecidos e órgãos, fazendo com que órgãos vitais como coração e pulmão parem de funcionar por falta de energia.


O diagnóstico de parada cardiorespiratória pode ser obtido através de ausência de movimentos respiratórios, inconsciência, cor arroxeada de unhas e lábios, dilatação das pupilas.

domingo, 6 de junho de 2010

Avaliação da Cena


AVALIAÇÃO INICIAL


A avaliação inicial consiste em verificar que tipo de problema houve, ou seja, se foi um problema provocado por um acidente (Trauma) ou um problema de saúde (Clínico).

PACIENTE DE TRAUMA
 
Neste caso deve ser verificado o que deu origem ao ocorrido e iniciar o exame da vitima (histórico do ocorrido e exame físico visual da vítima).


Após isto então o Socorrista deverá avaliar o mecanismo da lesão, verificando o que realmente ocorreu, principalmente através:
 
 
  • de relacionar a vítima ao acidente


  • de relato de testemunhas
VÍTIMA DE TRAUMA COM LESÃO GRAVE


1. Verificar se a vítima está consciente:


perguntando para a vítima se está tudo bem.

2. V – Abrir Vias Aéreas:

possivelmente com o controle da coluna.

3. R – Respiração:

ver, ouvir e sentir os movimentos respiratórios.

4. C-Circulação:


verificação de pulso em grandes artérias com o controle de grandes hemorragias.

5. Exame Físico:

Exame rápido da cabeça aos pés, a fim de verificar os problemas mais graves que a vítima possa ter.

1.Verificar se a vítima está ou não consciente:


e se estiver consciente, verificar que local sente mais dor.
 
 
2. V – Abrir Vias Aéreas:


possivelmente com o controle da coluna

Em caso de suspeita de lesão na coluna (vítima inconsciente, vítima de trauma, e quando não se conhece o mecanismo da lesão), deverá ser utilizado um método de abertura das Vias Aéreas que não agrave a possível lesão na coluna.
 
 
Manobras:
 
Adulto


JAW-THRUST – 1 (Tríplice Manobra)
 
 

3. R – Respiração:


Ver, ouvir e sentir os movimentos respiratórios.
 
 


Caso a vítima não respire, efetue 02 insuflações


(boca máscara boca,em adulto ou criança,ou boca a e nariz se for bebê)
 
 


Para melhorar a insuflação pode ser utilizada a Manobra de Pressão na Cartilagem Cricóide (Manobra Sellick)
 
 
 
4. C – Circulação:


Verificação de pulso em grandes artérias com o controle de grandes hemorragias.
Adulto ou Criança


􀃆Pulso Carotídeo
 



Bebê


􀃆Pulso Braquial


5. Exame Físico:


Exame rápido da cabeça aos pés, a fim de verificar os problemas mais graves que a vítima possa ter.
 

Consiste no exame da vítima, feito da cabeça aos pés, procurando por problemas graves que podem colocar a vítima em risco de vida.

A imobilização da cabeça deverá ser feita o tempo todo manualmente.
 
a) Examine o tórax da vítima, observe a respiração (movimentos e expansão do tórax).
 
b) Examine o tórax procurando ferimentos, segmentos soltos, deformidades ou qualquer anormalidade.
c) Apalpe o abdome, procurando por áreas mais enrijecidas, com hematomas, ferimentos e deformidade.
 
d) Examine a bacia, verificando se existe dor, crepitação ou rangido.
e) Examine os membros superiores procurando por ferimentos, deformidades e por fraturas.
 
f) Verifique pulso distal e perfusão capilar.
g) Examine os membros superiores procurando por ferimentos deformidades e por fraturas.
h) Verifique pulso distal e perfusão capilar.
i) Se a vítima estiver consciente verifique sensibilidade e resposta motora, além do pulso distal e perfusão capilar.

MONITORE SINAIS VITAIS
 
 
 

Bibliografia: Manual do Socorro Básico de Emergência.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Sangramento

PRIMEIROS SOCORROS

1. SANGRAMENTOS

Os sangramentos / hemorragias podem ser classificados como externos ou internos ou ainda conforme os vasos que foram lesados, a saber:

Sangramento capilar: os capilares sangüíneos são vasos de pequeno diâmetro, que quando lesados promovem um sangramento lento. O próprio organismo, através do mecanismo de coagulação resolve o sangramento, sendo rara a perda de quantidade importante de sangue nesta situação.

Primeiros socorros em ferimentos pequenos e com pouco sangramento:

a. Lave o ferimento com água e sabão ou soro fisiológico.
b. Proteja o ferimento com bandagem, gazes ou ataduras para evitar infecção.

Sangramento venoso: ocorre em ferimentos mais profundos, com lesão de veias. O sangramento é de cor vermelho escuro e fluxo contínuo. O socorrista precisa controlar este sangramento, de acordo com o protocolo a seguir e chamar o Serviço de Emergências Médicas.

Sangramento arterial: o rompimento de uma artéria ocasiona a hemorragia mais grave. O sangue é de cor vermelho vivo e mais claro e jorra em pulsos, coincidindo com os batimentos cardíacos. Se a artéria lesada for de grande calibre, poderá levar a vítima a morte em poucos minutos. Este tipo de hemorragia consiste numa emergência perigosa e precisa de atendimento imediato. Chame o Serviço de Emergências Médicas, sem perder tempo.


Tipos de sangramentos

Passos no controle da hemorragia:


A. Pressão direta
Comprima o local de sangramento, usando uma bandagem, gaze ou pano limpo. Proteja-se usando luvas de látex ou saco plástico.

Pressão Direta

B. Elevação do membro
Eleve o membro atingido, enquanto comprime, para diminuir o fluxo sangüíneo na região, ajudando os fatores de coagulação agirem.

Elevação do membro

C. Pressão indireta
Se o sangramento persistir e dependendo do local, tente comprimir a artéria principal, para diminuir o fluxo sangüíneo.

Pressão indireta

Considerações gerais:

- Se houver objeto penetrado, NÃO o retire, pois pode haver risco de sangramento pior.
- Se a primeira bandagem/pano ficar ensopada, NÃO a retire. Coloque outra bandagem por cima da inicial e continue a comprimir.
- Uma vez controlado o sangramento, passe uma bandagem por cima, fixando-a com um nó no local da ferida. Verifique o pulso após fixar a bandagem
Passando e fixando a bandagem

Hemorragias Internas
Sinais e sintomas:
- Perda de sangue pela boca, reto, vagina ou urina.
- Contusão abdominal.
- Pulso rápido e fino.
- Pele úmida, fria e pálida.
- Náuseas e vômitos.
- Abdome ou tórax doloridos.

Primeiros socorros:
- Previna o choque.
- Monitore o vômito.
- Coloque gelo na área traumatizada. Coloque um pano entre a pele e o saco de gelo.
- Chame o Serviço de Emergências Médicas.

Referencias Bibliograficas: Guia prático de primeiros socorros Dpaschoal.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Emergencistas

ATRIBUTOS DO EMERGENCISTA
Ter conhecimento técnico e capacidade para oferecer o atendimento necessário ;
Aprender a controlar suas emoções,ser paciente com as ações anormais ou exageradas daqueles que estão sob situaão de stress;
Ter capacidade de liderança para dar segurança e conforto ao paciente.